
Eu sonho com um poema
cujas palavras sumarentas escorram
como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
um poema que te mate de amor
antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
basta provares o seu gosto...
O manual dizia: não engorde, não emagreça, não inveje e nem seja invejado. Ele engoliu o manual de uma vez e foi viver. Cruzou pelas frestas...
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