quarta-feira, 11 de julho de 2018

A moral da deusa



A deusa de gesso daquele jardim, vestida de um jeitinho indecente, sexualmente impossível, diverte-se do meu (desa)broxar. Não tenho raiva. Tenho pena. Enquanto sou livre para escolher e tentar de novo, ela passará a vida imóvel, exposta à chuva, ao frio e ao sol.  
                                                     
(B. B. Palermo)

O irmão goleiro e o afogado. Ou: Por que não me chamo James Bond

Às vezes me pergunto sobre a escolha do meu nome por meus pais. De onde tiraram a ideia de chamar uma criança de Américo? Sou o oitavo de de...