quarta-feira, 1 de abril de 2009

BEIJO



Seu beijo no meu rosto
acordou para o sol
e inundou a manhã.

Procurava um poema
nas lembranças armazenadas
- quantas foram esquecidas,
abandonadas? -

o poema veio sem medo,
num lampejo,
no acontecer do seu beijo!

Não adianta fugir

Ela usa minhas canetas para prender o cabelo. Tenho medo que o exílio das canetas expulse minhas ideias e detone meu cérebro - seria o fim ...